sexta-feira, 24 de março de 2017

Rapp está "honrado" por interpretar personagem gay em Discovery

Com informações de trekcore.com


Anthony Rapp será o Lt. Stamets

O ator Anthony Rapp, escalado para interpretar o Tenente Stamets (um especialista em fungos espaciais) em Star Trek: Discovery, falou nesta semana sobre suas impressões acerca do fato de que irá interpretar um dos primeiros personagens gays regulares no universo de Star Trek.

Rapp falou sobre suas expectativas em relação a Discovery:

"Posso dizer que estou na série, e que estou realmente animado com isso. Eu não estou autorizado a revelar quase nada e nem sei se posso dizer isso, mas estou muito animado!"

O ator, que é homossexual, confirmou ainda o fato de seu personagem ser abertamente gay:

"Sim. Qualquer coisa que tenha sido relatado na imprensa e oficialmente confirmada pela CBS posso dizer. Estou honrado. Também me sinto honrado em fazer parte do panteão cultural. É meio louco que eu consiga fazer parte de algo que significa tanto para tantas pessoas. Estou emocionado e me sinto honrado em ser o veículo para este aspecto da história que está sendo contada."

Stamets não será o primeiro personagem homossexual da história de Star Trek, sendo precedido pela versão de Sulu no reboot, além dos temas LGBTs já abordados em episódios como The Outcast (TNG) e Rejoined (DS9). No entanto, a decisão por parte dos produtores em incluir um personagem gay na nova incursão de Star Trek na TV se torna ainda mais relevante nos dias atuais, onde a luta pelo reconhecimento dos direitos LGBTs está longe de conseguir um status de igualdade entre as pessoas. Representatividade importa, e muito. 

sexta-feira, 10 de março de 2017

A autobiografia de Jean-Luc Picard

Com informações de startrek.com


David A. Goodman, que já escreveu a autobiografia do capitão Kirk (James T. Kirk: The Story of Starfleet's Greatest Captain), o livro "Federation: The First 150 Years", o antológico episódio "Where No Fan Has Gone Before", de Futurama e também atuou como produtor da segunda temporada de Enterprise, voltará às prateleiras das livrarias ainda neste ano, com "The Autobiography of Jean-Luc Picard: The Story of One of Starfleet's Most Inspirational Captains".

O livro contará a história de um dos nomes mais célebres na história da Frota Estelar, destacando momentos-chave da trajetória de Jean-Luc: cortes marciais, amores não correspondidos, sua captura e tortura pelos cardassianos, sua assimilação pelos borgs e muitas outros encontros e acontecimentos que servem de testemunho para uma vida incrível.

Nos 30 anos de TNG, esta é uma grande notícia para todos os fãs de Star Trek. Esperamos que as editoras brasileiras atentem rapidamente para esta obra e a publiquem no Brasil ainda em 2017, de forma a celebrar o aniversário da Nova Geração. 



domingo, 5 de março de 2017

O roteiro original de Cidade à Beira da Eternidade

Meses depois de receber a HQ com o roteiro original de Harlan Ellison para Cidade à Beira da Eternidade, publicada no Brasil pela Mythos, finalmente pude ler a obra. 

Com arte de J. K. Woodward e adaptação dos irmãos Scott e David Tipton, a publicação traz, pela primeira vez, a ideia original para o episódio, que foi ao ar há quase 50 anos, em  6 de abril de 1967.

De acordo com o senso comum, o roteiro foi adaptado por não existirem, naquela época, condições tecnológicas que permitissem sua filmagem. Contudo, segundo o autor, este não foi o motivo real, não havendo qualquer outra explicação que dê conta sobre os motivos que levaram os produtores de TOS a optarem por mudanças significativas na história escrita por Ellison.

Como todos sabem, a história do episódio que frequentemente encabeça as listas de melhores histórias já contadas por Jornada nas Estrelas, mostra que a volta acidental do Dr. McCoy no tempo - mais precisamente à década de 1930, nos EUA - causa um tremendo estrago na história, fazendo com que a Enterprise deixe de existir, por exemplo. Para tentar resolver a situação, Kirk e Spock atravessam o portal do tempo, conhecido como "Guardião da Eternidade",  na tentativa de evitar a interferência causada por McCoy no continuum temporal.

ATENÇÃO: SPOILERS DA HQ A PARTIR DE AGORA

As diferenças do roteiro que de fato foi filmado em relação ao original mostrado por esta HQ já começam a partir daí. McCoy, por exemplo, nem sequer aparece na história (aparece em dois quadros, sem falas). Quem volta no tempo é um oficial chamado Beckwith, um ambicioso e amoral traficante de drogas, que sonha em enriquecer e deixar a vida no espaço. Após ser quase denunciado por um cliente de suas drogas (também tripulante da Enterprise), Beckwith acaba por assassiná-lo, e em sua fuga alucinada da nave chega a um planeta que contém, nas palavras de Kirk, uma "cidade à beira da eternidade". Nesta, encontram-se os guardiões da eternidade, que, diferentemente do episódio com o qual estamos habituados, onde vemos apenas o portal, são figuras humanoides, com aspecto de idade muito avançada e que aparecem em uma espécie de projeção.

Kirk tendo ao fundos Guardiões da Eternidade

Beckwih ao atravessar o portal, provoca a mudança em toda história, fazendo com que o universo que Kirk e sua tripulação conheciam deixasse de existir. Ao contrário do episódio, nossos bravos tripulantes conseguem retornar à nave, contudo, esta não é mais a Enterprise, mas uma nave de renegados chamada Condor. Após uma luta com os bandidos que comandam a nave, nossos herois conseguem se trancafiar na sala de transporte. A ordenança Rand, fica como responsável por manter os inimigos longe, enquanto Kirk e Spock retornam ao planeta para entrarem no portal atrás de Beckwith.

Ao chegaram na Terra da década de 30, desta vez são recepcionados por uma turba xenófoba e intolerante, que confunde Spock com um chinês. Ao se refugiarem em um porão, não são descobertos por Edith Keeler, como acontece no episódio, mas sim por um faxineiro gente boa, que lhes oferece emprego. 

Intolerância em contexto de crise econômica

Após vários dias à espera de Beckwith, encontram por fim Edith Keeler, que apresenta algumas pequenas diferenças da personagem que vimos na tela. Por exemplo, a missão conduzida por Keeler desta vez não é mostrada, mas apenas seu trabalho nas ruas, falando e ajudando os mais pobres, em pleno contexto da depressão econômica. Da mesma forma que no episódio, Keeler e Kirk se apaixonam, iniciando um romance. A partir disso Kirk se enche de dúvidas sobre deixar Keeler morreu, sendo chamado à razão por Spock. 

Por fim, Spock e Kirk encontram Beckwith, com a ajuda de um paralítico que vendia maçãs na rua, e que afirmava ter lutado em Verdun, na Primeira Guerra Mundial. Após receber dois dólares de Kirk, para colaborar na busca à Beckwith, acaba se sacrificando, ao ficar na frente do disparo do fêiser de Beckwith quando este tenta matar Kirk. Quando Keeler, como no episódio, vai atravessar a rua, o maléfico Beckwith tem um arroubo de santidade e tenta salvá-la da morte por atropelamento, sendo contido por Spock. O que à primeira vista parece uma solução estranha do roteiro, ao colocar Beckwith como uma pessoa capaz de sentir empatia e tentar salvar Keeler, o autor na verdade tenta fazer uma discussão sobre a complexidade do ser humano, que pode conter diversas facetas. 

Kirk e Spock então são instantaneamente transportados de volta para o planeta dos Guardiões, onde Beckwith mais uma vez consegue escapar e voltar ao portal, contudo desta vez ficando em um loop temporal no interior de uma supernova, sofrendo eternamente uma morte dolorosa. 

Os pontos fortes do roteiro original de Ellison sobre o roteiro que de fato foi filmado residem, por um lado, na abordagem do problema do uso de drogas. Somos apresentados a uma realidade destoante da utopia imaginada por Gene Roddenberry, onde tripulantes cansados da dura jornada pelo espaço recorrem ao uso de substâncias ilícitas. Por outro lado, Ellison coloca a discussão, tão atual, sobre a intolerância em relação a estrangeiros. Portanto, crítica social a qual Jornada sempre foi muito afeita. Nesse sentido, podemos dizer que o roteiro filmado perdeu em alguns aspectos. No entanto, ganhou em outros. A decisão em se contar a história com o personagem McCoy fez com que o episódio se tornasse muito mais interessante, de um lado, devido a grande atuação de DeForest Kelley, por outro ao tornar tudo mais crível, devido aos laços de amizade do trio. De qualquer forma, se eu pudesse dar um veredicto, este seria favorável ao roteiro filmado, pois em minha visão ele foi aprimorado em relação ao original, cortando elementos de certa forma estranhos a Star Trek e incluindo outros mais sintonizados com a franquia. Contudo, vale muito a pena a leitura desta HQ, sobretudo por proporcionar uma visão diferente daquela que temos a respeito de um dos episódios mais icônicos de toda a franquia.

Spock, não estou te reconhecendo.
Esqueceste da Relatividade?

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Star Trek e o Oscar

Capitão Kirk no Oscar 2013
Os filmes de Star Trek sempre se caracterizaram por agradar mais o público - um público geralmente bem circunscrito, diga-se de passagem - do que a crítica. Talvez por isso, embora já tenha obtido 16 indicações ao Oscar (em sete filmes, dos 13 já lançados) a franquia levou até agora somente uma mísera estatueta para casa. 

Como amanhã é noite de Oscar, o blog preparou uma lista com todas as indicações que os filmes de Jornada nas Estrelas já receberam até ganhar, finalmente, a sua única premiação pela Academia. 

Star Trek: The Motion Picture (1979)

O primeiro longa-metragem de Star Trek, dirigido por Robert Wise, já foi definido como "um delírio visual". Longas tomadas, ótimos efeitos especiais e a trilha sonora inconfundível de Jerry Goldsmith marcam a estreia de Star Trek na telona. Assim se tornam autoexplicativas as três categorias as quais o filme foi indicado em 1980: 

  • Melhores Efeitos Visuais
  • Melhor Direção de Arte
  • Melhor Trilha Sonora Original

Star Trek II: The Wrath of Khan (1982)

Corroborando a nossa tese de que quanto mais amado pelos trekkers mais odiado pela crítica (e consequentemente pela Academia) um filme de Star Trek é, temos o exemplo de "A Ira de Khan" que simplesmente não obteve NENHUMA indicação ao Oscar. Azar o deles, não sabe o que perderam.

Star Trek III: The Search for Spock (1984)

O primeiro dos dois filmes da franquia dirigidos por Leonard Nimoy repetiu a façanha do anterior e conseguiu não ter uma indicaçãozinha sequer. Uma injustiça, pois o filme tem uma trama bastante sombria e merecia maior reconhecimento. Mas a história será bem diferente com o Star Trek IV.

Star Trek IV: quatro indicações
Star Trek IV: The Voyage Home (1986)

O segundo filme dirigido por Nimoy e com roteiro de Nicholas Meyer, Star Trek IV é divertido ao mesmo tempo em que aborda um tema importante: a preservação das baleias. Mas isso não serviu para nada, afinal as indicações foram quase todas técnicas. 


  • Melhor Fotografia
  • Melhor Edição de Som
  • Melhor Mixagem de Som
  • Melhor Trilha Sonora Original






Star Trek V: The Final Frontier (1989)

Eu simplesmente amo esse filme. Dirigido por William Shatner, mostra um vulcano sorridente em busca de Deus e a amizade eterna entre Kirk, McCoy e Spock. Apesar disso, Star Trek V recebeu muitas críticas, algumas com fundamento, como por exemplo sobre alguns erros de edição que o filme tem. Novamente, mais um filme de Star Trek sem nenhuma indicação ao Oscar.

Star Trek VI: The Undiscovered Country (1991)

O último filme da tripulação clássica. Dirigido por Nicholas Meyer (que também dirigiu Star Trek II) é um filme em tom de despedida, mas sem deixar de contar uma grande e shakespearana história envolvendo klingons e humanos. Foi o primeiro Jornada que vi no cinema, e somente isto já bastaria para meu afeto por ele ser enorme. Teve duas indicações, sem vencer, confirmando que nenhum filme com o elenco original levou o Oscar pra casa.


  • Melhor Edição de Som
  • Melhor Maquiagem

Star Trek: Generations (1994)

O primeiro filme da Nova Geração. É a exceção que confirma a regra em relação à nossa tese. É um filme não muito apreciado pelos trekkers, por terem resolvido matar o capitão Kirk. E é um filme sem indicações ao Oscar.

Star Trek: First Contact (1996)

O segundo longa da Nova Geração, dirigido pelo eterno "number one" Jonathan Frakes. Nossa tese está sendo enfraquecida, pois é um filme que frequentemente encabeça listas de melhores de Star Trek. Se bem que o filme teve apenas uma indicação...


  • Melhor Maquiagem

Star Trek: Insurrection (1998)

Outro longa dirigido por Jonathan Frakes, dessa vez sem nenhuma indicação.

Star Trek: Nemesis (2002)

O quarto e último filme da Nova Geração. Outro que passou em branco, sem indicações. A Nova Geração, assim como o elenco original, também não faturou nenhum Oscar.

O único vencedor até agora
Star Trek (2009)

Somente no século 21, com o reboot de J. J. Abrams é que Star Trek conseguiria levar uma estatueta para casa. Odiado por muitos, Star Trek (2009) foi indicado em quatro categorias e levou o prêmio de Melhor Maquiagem, tornando-se o primeiro (e único até agora) filme de Jornada nas Estrelas a ganhar o Oscar.

  • Melhor Maquiagem (venceu)
  • Melhor Edição de Som
  • Melhor Mixagem de Som
  • Melhores Efeitos Visuais






Star Trek: Into Darkness (2013)

É o filme de maior bilheteria de Star Trek. Fechou com quase 500 milhões de dólares, superando apenas o filme anterior - também dirigido por Abrams. Apesar disso, foi indicado em apenas uma categoria.

  • Melhores Efeitos Visuais

Star Trek: Beyond (2016)

O terceiro filme do universo de Star Trek reimaginado por JJ Abrams, e na minha humilde opinião o melhor dos três. Com roteiro de Simon Pegg (Scotty) e Doug Jung, e dirigido por Justin Lin, é o filme dos 50 anos da franquia. Indicado a uma estatueta. Infelizmente não levou. Perdeu para Esquadrão Suicida.


  • Melhor Maquiagem e Cabelo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

taH pagh taHbe': revelada a aparência dos klingons em Star Trek: Discovery




Muito se tem discutido a respeito de como vão aparentar os klingons em Star Trek: Discovery. A discussão tem como ponto de partida o fato de que na série original os klingons tinham aparência basicamente humana, apenas com seus cavanhaques malévolos indicando que eram temíveis vilões.

Na sequência, na primeira cena de Star Trek: The Motion Picture, somos apresentados a um klingon (interpretado por Mark Lenard) com a aparência que se tornaria a usual em todas as séries seguintes. No entanto, este problema de continuidade sempre incomodou os trekkers, tendo sido resolvido na série Enterprise, que encontrou uma resposta satisfatória sobre a mudança de aparência dos terríveis guerreiros de Qo'noS. 

Hoje, finalmente, tivemos alguma luz lançada sobre o problema, com esta foto de baixa resolução que apareceu na internet, no site NCC-1031, dedicado a cobrir Discovery, e único lugar a ter postado a foto até o momento.

Klingons em Discovery
Na imagem, vemos um grupo de atores caracterizados, aparentemente, como klingons, no que parece ser um intervalo das filmagens.

Não posso afirmar com 100% de certeza que sejam de fato klingons, apesar das indefectíveis formações ósseas nas cabeças. No entanto, os crânios parecem muito alongados na parte de cima, podendo ser alguma nova espécie a ser introduzida por DSC. Há uma possibilidade de que os klingons reimaginados por JJ Abrams possam ter alguma influência sobre a nova aparência.

Os uniformes vestidos pelos supostos klingons de Discovery já haviam aparecido no teaser trailer publicado alguns dias atrás.

E você, o que achou?




terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Novo trailer de Star Trek: Discovery é lançado pela CBS

Com informações de trekcore.com

Novo logo de Star Trek: Discovery

Em um novo e empolgante trailer, lançado hoje pela CBS, finalmente conseguimos dar uma boa olhada no que vem por aí, após o início das filmagens de Star Trek: Discovery na semana passada.

Vislumbres de novos trajes alienígenas, uniformes da Frota Estelar, cenários e criações digitais aparecem no vídeo de pouco mais de 1 minuto.

Confira aqui o novo trailer de Star Trek: Discovery postado no facebook (no youtube não está disponível para o Brasil).

Ontem já havia sido lançando um novo logo para a série, que você pode conferir na imagem ao lado. De acordo com a análise de alguns sites, o emblema agora lembra mais aqueles que seriam usados pela Frota no período que antecede TOS.

Na imagem abaixo, podemos sentir como a produção anda a pleno vapor.


Star Trek: Discovery ainda não tem data de estreia, porém, no Brasil, será exibida pela Netflix.

Make it so!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Estreia de Star Trek: Discovery é adiada pela segunda vez




No mesmo dia em que soubemos que o vulcano Sarek estará em Star Trek: Discovery, interpretado por James Frain, recebemos a notícia de que a data de estreia da nova série foi novamente adiada, desta vez indefinidamente.

Inicialmente programada para estrear em janeiro de 2017, a série já havia sido adiada para maio. Agora ocorre o segundo adiamento. 

Veja o comunicado da CBS:

"A produção de Star Trek: Discovery começa na próxima semana. Nós amamos o elenco, os roteiros e estamos entusiasmados com o mundo que os produtores criaram. Este é um projeto ambicioso; seremos flexíveis quanto a data de lançamento, se for melhor para o show. Dissemos desde o início que é mais importante fazer bem do que fazer rápido. Também existe uma maior flexibilidade presente no CBS All Access, que não está sujeito a estreias sazonais ou janelas de lançamento."

Particularmente, não acredito que existam problemas com a produção - mesmo com a saída de Bryan Fuller, que pode ter causado algum tipo de dificuldade inicial com o projeto - que estejam na raiz destes adiamentos.  No entanto, embora fique triste com a demora da estreia, tendo a concordar com os motivos expostos pela CBS. 

Muito melhor do que uma série feita as pressas, a toque de caixa, visando um lançamento rápido e os lucros, igualmente rápidos, prefiro que a série tenha seu ritmo, que seja feita com calma e com qualidade. Afinal, não estamos tratando aqui de um show qualquer. É uma nova série de Star Trek sendo criada, e como tal, fará parte de algo muito maior, de uma história que já se desenrola há 50 anos.

Que a lógica de Surak ilumine as cabeças criativas de Star Trek: Discovery.

Com informações de http://www.treknews.net/

James Frain interpretará Sarek (pai de Spock) em Star Trek: Discovery



Novidades no elenco de Star Trek: Discovery. A CBS informou hoje que o ator britânico James Frain interpretará Sarek, o pai de Spock, na nova encarnação de Jornada nas Estrelas.

Frain tem 48 anos e será o terceiro ator a fazer o personagem vulcano (quarto, se levarmos em conta Jonathan Simpson, o jovem Sarek de Final Frontier), sendo conhecido por seu trabalho nas séries Agent Carter, Orphan Black, The Tudors, dentre outras.

Sarek foi imortalizado pelo ator Mark Lenard, que interpretou o personagem em TOS e em TNG. No filme de 2009, ficou a cargo do ator Ben Cross interpretar o pai de Spock.

James Frain junta-se a Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Michelle Yeoh, Anthony Rapp, Chris Obi, Shazad Latif e Mary Chieffo, já anunciados anteriormente como parte do elenco.

Star Trek: Discovery se passará uma década antes dos eventos mostrados na série original de Jornada nas Estrelas, e de acordo com seus produtores terá foco sobre eventos mencionados em TOS mas nunca explorados nas outras versões da franquia.

A nova série, que estrearia em janeiro, foi adiada para maio e agora foi adiada novamente, desta vez sem data definida. Confira aqui o comunicado da CBS.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Lançado site de "What We Left Behind", documentário sobre Deep Space Nine



Anunciado ainda em 2016, o documentário "DS9: What We Left Behind", que contará a história de Deep Space Nine -  a "ovelha negra" da franquia Star Trek, segundo Adam Nimoy -, já está ganhando a internet, através do site http://ds9whatweleftbehind.com/ e do perfil no twitter @DS9Doc.

Contando em sua produção com nomes de peso como o showrunner de DS9 Ira Steven Behr, o já referido Adam Nimoy, e com a participação do elenco original, o documentário será produzido pela 455 Filmes, de David Zappone. A produtora já possui em seu currículo quatro ótimos documentários sobre o universo de Star Trek: Get a Life, The CaptainsChaos on the Bridge, e o aclamadíssimo For the love of Spock, dirigido por Adam Nimoy. Com esta filmografia, podemos ter certeza de que um grande filme sobre DS9 vem por aí. 

Equipe do documentário com camisetas de "Kira Guevara"

Criada por Michael Piller e Rick Berman, Deep Space Nine foi a primeira série derivada de Star Trek a não contar com a participação de Gene Roddenberry, indo ao ar entre 3 de janeiro de 1993 e 2 de junho de 1999, totalizando sete temporadas.

Com um aspecto mais sombrio em relação ao que os trekkers estavam acostumados a assistir em Jornada nas Estrelas, a série apresentou narrativas serializadas, já que os tripulantes desta vez encontravam-se em um lugar fixo, convivendo a cada semana com as decisões que tomavam no episódio anterior. O grande arco narrativo da série está na Guerra Dominion, uma terrível ameaça à existência da Federação e às outras potências do Quadrante Alfa.

Ao contrário de TNG, que em seu último episódio não fechou definitivamente as portas, abrindo a possibilidade para a produção de quatro longas no cinema, DS9 teve um final incontestável, não migrando para a telona. Apesar disso, segundo Adam Nimoy, a sala de roteiristas da série será trazida de volta para o documentário, onde os escritores de DS9 poderão discutir uma hipotética 8ª temporada. Será, no mínimo, muito divertido assistir isso.

O documentário ainda não tem data de estreia definida.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Filmagens de Star Trek: Discovery começam no dia 24 de janeiro



As filmagens de Star Trek: Discovery estão programadas para iniciar no próximo dia 24, de acordo com o site da International Alliance of Theatrical Stage Employees (IATSE), com sede em Toronto, Canadá.

A IATSE lista todas as produções atuais dentro de sua jurisdição. Desta vez, aparecem detalhes sobre uma produção chamada "Green Harvest", com datas de filmagem entre 24/01/2017 e 07/09/2017. Na lista de produtores, podemos ver os nomes de Bryan Fuller, Heather Kadin, Gretchen Berg, Aaron Harberts, Aaron Baiers, Loretta Ramos, Kevin Lafferty e o diretor David Semel. 

"Green Harvest", como relatado no ano passado pelo TrekMovie.com, é o codinome de Star Trek: Discovery.

Green Harvest é o codinome de Discovery
Com informações de trekmovie.com